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CORPUS QUEER: Bodies of resistance

CORPUS QUEER: BODIES OF RESISTANCE 7th of December from 7pm

THE RESISTANCE GALLERY is proud to present AT AUCTION a major retrospective of the work of Del LaGrace Volcano. Originally shown in November 2009 as part of the SHOUT Festival in Birmingham, England, these images – large format, on board & ready to hang – will be sold at THE RESISTANCE GALLERY in a one off event, on the 7th of December 2011.

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Cruissing en àmbit rural…

Geografías del morbo es la última pieza de Pepe Miralles. Se trata de proyecto de documentación sobre espacios para el encuentro sexual entre hombres en los ámbitos rurales y periurbanos.
Se presenta en las Jornadas Bordes, en Mislata (Valencia), el próximo 3 de diciembre.…

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Was Frauen wollen?

Un artículo sobre le festival porno de Berlín, en alemán

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«I can honestly say, I found myself through porn.»

For my first director profile, I have picked someone who initiated a major transition in my life, and has taught me an incredible amount about gender, sexuality, and viewing relations. Mason, or Sam No as she sometimes goes by, is a female director specializing in rough gonzo, yet with a remarkable ability to cast and shoot her movies in a manner that is truly electric, beautiful, and often strangely romantic. Her films literally shine, through outstanding framing and production values, and occasionally oil on asses.

There really isn’t that much information on Mason’s upbringing; what there is can be found in a chapter she wrote for Carly Milne’s edited collection, Naked Ambition: Women Who Are Changing Pornography (2005). This was where I first heard of Mason, and I read her chapter with great interest – she was obviously an extremely intelligent woman who was dedicated to exploring female sexuality – and more particularly, her own sexuality – through her films.

Turned off by certain aspects of porn, predominantly what she perceived to be degrading treatment and representation of women, Mason nevertheless found herself «drawn to it out of sexual curiosity» and after taking some courses in feminist theory at college, she reconsidered her initial assumptions about the genre: «I started to consider that the issues I had with pornography were simply reflections of the way society treats women generally. I started to feel that all of the guilt I felt when viewing porn was predicated on my own discomfort with being a sexual woman.»

Para leer el fantástico artículo sobre Mason al completo, vayan a Gore-Gore Girl, un blog sobre pornografía feminista. Gracias Timi.…

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A função da pornografia comercial é ser um dispositivo para controlar a nossa sexualidade, nosso gênero e nossas identidades.

Uma das responsáveis por um movimento de ação direta que usa o corpo e a pornografia para protestar e atacar a fatia reacionária da sociedade, Diana J. Torres explica, na entrevista a seguir, o PornoTerrorismo.

1) Qual a diferença entre pornografia comercial e terrorista? Elas se tocam em algum ponto ou são coisas totalmente distintas e distantes?

Eu não chamaria de “pornografia terrorista”, chamaria de pós-pornô. Há muitas diferenças entre essas duas formas de representar o pornográfico: o feminismo, o DIY (Do it yourself ou faça você mesmo), a diversidade dos corpos e das práticas, a politização da criatividade, sexualidade e arte visual, o “queer” e a dissolução dos gêneros, etc.
A pornografia comercial carece de todos estes recursos, pois a sua função (embora pareça apenas um negócio, esta não é a origem da sua criação) é ser um dispositivo para controlar a nossa sexualidade, nosso gênero e nossas identidades.
Eu acho que o único ponto em comum, que esta começando a aparecer em algumas produções “mainstream”, é que estão começando a incluir práticas clássicas do Pós-Pornô (como a penetração anal de homens por mulheres), mas isso ainda acontece com pouca frequëncia.

2) Tem algum exemplo em que a pornografia foi usada como terrorismo e o objetivo do protesto tenha sido alcançado? E alguma ação pornoterrorista que tenha fracassado?

O Pornoterrorismo é mais do que um uso da pornografia para atacar inimigos. Na verdade, é um uso subversivo e agressivo da sexualidade. Houve algumas ações pornoterroristas muito bem sucedidas, como o assalto-porno na Basilica di San Pietro, no Vaticano, ou a masturbação coletiva em público. E é realmente muito difícil uma ação pornoterrorista fracassar, porque qualquer um que quebra as regras impostas sobre sexualidade e gênero passa a ser considerada uma pessoa “terrorista” para a sociedade.
Você pode fazer o teste: vá para a rua um dia e começe a foder sem roupas. Rapidamente haverá a sua volta um monte de gente apavorada, em estado de choque. Mostrar para as pessoas tudo o que o sistema esconde delas é sempre um ato terrorista. […]

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jorgealencarweb

Jorge Alencar

Una imagen de la maravillosa performance de Jorge Alencar en Com.posiciones.políticas, en la que entraba en el escenario tirándose escaleras abajo enfundado en un colchón de flores rosas y casco a conjunto.
Mi performance favorita del festival junto con la pieza de Jerome Bel y la de de Jefta van Dinther, Kneeding.…